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07 novembro, 2006

Chamado à Razão: A Cultura na Mídia Goiana - 3

A matéria de O Popular que mencionei no segundo texto desta série teve desdobramentos na seção Cartas dos Leitores do jornal:
Cultura em Goiás
A leitora Deolinda Conceição Taveira Moreira foi muito feliz em sua carta sobre a matéria do jornalista Renato Queiroz sobre cultura. O que ela comentou é o que realmente acontece nos projetos culturais por este Brasil afora.
Os gestores culturais ficam presos aos seus amigos, como se a cultura girasse ao redor de grupos. Como a leitora comentou, quando alguém vai a uma festa e é convidado a tocar ou cantar, ou a expor seus quadros, o ganho é somente a divulgação.
Até parece que o artista não vive como todos os seres mortais, ou seja, não come, não se veste, não fica doente, não precisa de dinheiro. Nas mudanças de governo, sempre o que entra quer deixar a sua marca, aí vem outro grupo se esquecendo de que o projeto tem de ser sério e para todos.

DiMagalhães
Cidade de Goiás – GO
Temas culturais

A matéria Propostas genéricas para cultura, do jornalista Renato Queiroz, publicada neste excelente veículo de comunicação, é muito mais do que a área cultural está habituada. E reflete a ausência total de políticas públicas para a cultura em Goiás.
O agente público lembra-se da cultura quando decide dar uma festinha e convida um artista para tocar ou quer decorar seu gabinete e pede quadros para isso. Ora, o que será que o artista come? Vento?
A entrevista demonstra que todas as propostas estão direcionadas à cultura como lazer, esquecendo que é também fonte de renda e sobrevivência dos produtores, que pagam impostos, empregam outras pessoas e trabalham com capital especial – a criatividade humana.
Todavia aponto duas propostas: uma, o banco do povo cultural, que acredito ser bastante pertinente, e a segunda a do retiro dos artistas. A matéria, a meu ver, veio em boa hora.

Deolinda Conceição Taveira Moreira
Vila Nova – Goiânia

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