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09 julho, 2008

Credibilidade sob risco IV- a fonte

Descobri quem deu em primeira mão a notícia do episódio de ontem no TRE. Foi o blog Faxina Geral. Confira:

08/07/2008 17:13

o73) TRE GO


Agora a pouco. O representante do MPE Cláudio Drewes, disse à Corte e em especial à Desembargadora Beatriz de Figueiredo Franco Presidenta do Tribunal, que estava entrando com representação para que ela se afastasse a Presidência daquele Tribunal já que em período eleitoral poderia haver muitas ações envolvendo políticos ligados ao Senador Marconi Perillo PSDB!

A Desembargadora respondeu que "havia muito tempo, mais de um ano, que ela por si própria não julgava casos do Ex-Governador e atual Senador e que estava sabendo agora quem estava manipulando a imprensa por que há mais de trinta dias a notícia que ele pediria seu afastamento havia vazado" Mais: chamou o Estado de policialesco, igual da Ditadura Militar, e perguntou se o Corregedor havia recebido algum pedido do MPE.

O Desembargador Vitor Lenza, Corregedor, respondeu que não e disse que quando recebesse iria analisar e tomar as medidas necessárias.

Drewes disse que não havia Estado policialesco e que há mais de um ano o próprio TRE havia autorizado a escuta...

A Desembargadora então disse que não se afastaria da Presidência e começou os julgamentos!
A síntese do que se passou agora pouco no TRE GO é esta!



Logo em seguida:

08/07/2008 17:27

p73) Nota à imprensa.


Da Desembargadora Beatriz de Figueiredo Franco:

"Não conheço o teor da ação ajuizada por um Procurador da República. Porém, esclareço que tais fatos não são novos, já tendo sido analisados pelo TJ de Goiás.

Ressalto a todos que sempre atuei cumprindo a lei e nunca mudei minha posição por questões pessoais.

Minha atuação como membro do TJ e à frente do TER é do conhecimento de toda a população goiana, posto que sempre atuei com lisura e imparcialidade, e assim, seguirei agindo.

Os fatos alegados por um Procurador da República não alteram minha conduta e nem minha atuação"



will | comentários(0 )


Há um aspecto interessante, que ninguém comentou: nas sessões do tribunal, a desembargadora e o procurador sentam-se lado a lado, a 60 cm de distância.

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