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05 abril, 2008

Desastre Ambiental - Usina de Espora - 17 - Cidade ficou sem seu principal acesso por dois meses

Itajá (GO) ficou sem sua principal via de acesso durante quase dois meses, devido à perda da ponte na GO 178, no trecho entre a cidade e Itarumã. A queda no movimento comercial, logo após o acidente, ocorrido em 30 de janeiro, era estimada em 60% , segundo o site GazetaNews (clique aqui para ler).

No dia 23 de março, o site Cassilândia News (clique aqui para acessar) registrava a indignação de um morador da cidade com a demora:

O leitor Termy Ferreira de Lima está indignado com a situação da travessia no rio Corrente. E escreve: "Já se passaram 50 dias, é verdade cinquenta dias... caiu a ponte sobre o Rio Corrente, depois de tanta embromação veio uma balsa... hiiiii... mais 4 dias a balsa funciona, de fato funcionou... mas esquecer de dizer que funcionou o motor pra terem certeza que não estava com problemas mecânicos... E nós???? que dependemos da rodovia???? Autoridadesssss cadê a balsa??? cadê a ponte??? uma certeza eu tenho: a ponte está lá no rio corrente. Pasmem!!!! caída por sobre as águas... e ninguém faz nada, o governo tá nem aí, a usina não se mexe, e pergunto: E NÒS que precisamos da rodovia????"
. E[le] pergunta e responde: " nós vamos cruzar os braços e esperar? Claro que vamos, não temos representante no governo, na assembléia, nos municípios".


No dia 24 de março, o juiz da cidade, Adenito M. Francisco Júnior deu um prazo de 48 horas para que a empresa responsável colocasse a balsa em funcionamento. No dia 25 , em entrevista à Rádio Patriarca, reproduzida pelo CassilandiaNews (clique aqui para acessar) explicava sua motivação: "está um grande transtorno para todo mundo e para todas as cidades. Todos os prazos já foram dados e até agora nenhuma decisão foi tomada. Por isso tomamos a decisão de conceder esse prazo, que vence às 12h de amanhã". O Dr. Adenito disse ainda que poderia solicitar o auxílio da força pública para resolver a questão, "já informamos o Governo do Estado e recebemos o apoio nessa tomada de posição. A verdade é que uma situação insuportável. Primeiro foi a novela da chegada da balsa e agora a novela do início do funcionamento" .

No dia 26, às 18h., novo prazo acordado com o juiz, a balsa começou a funcionar a (veja cobertura com fotos clicando aqui). Nos primeiros dias, o funcionamento ocorreu apenas durante o dia, o que levou os moradores a reclamarem.

Matéria do site Jovem Sul News (clique aqui para acessar) , do dia 29 de março, relacionou as causas da demora:

1) devido ao porte da balsa, seu transporte desde Paranaíba (MS) foi demorado e difícil;
2) uma pequena várzea existente no local de construção do embarcadouro, na margem esquerda do rio, dificultou o trabalho;
3) choveu constantemente na região, havendo uma trégua apenas na última semana de março.


Somente a partir de 2 de abril, segundo o CassilandiaNews, a balsa passou a funcionar ininterruptamente, transportando pessoas e veículos, exceto carretas e bi-trens.

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