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16 dezembro, 2006

Pontos de Vista - Reportagem sobre reunião é constestada

Na quinta-feira, dia 14, o Diário da Manhã trouxe matéria assinada por Carlos Brandão, ocupando uma página inteira, a respeito de uma reunião com entidades da área, promovida pelo Conselho Estadual de Cultura, para apresentar "documento de novas políticas da área para serem implantadas em 2007".

O título da matéria era Discussão - Queda de Braço Cultural. Assim que possível a comentarei.

Por ora, reproduzo o protesto de Wilmar Ferraz, da Associação Goiana de Cinema e Vídeo - AGCV, citado na matéria, enviado ao Diário da Manhã e até o momento não incluído no site do jornal :


"Incrível como uma reunião que eu considero histórica, por unir entidades representativas dos fazedores de cultura em Goiás e Conselho Estadual de Cultura - CEC, pode ser reduzida à uma "Queda-de-braço Cultural" como faz entender a matéria do jornalista Carlos Brandão.


Nós da Associação Goiana de Cinema e Vídeo - AGCV, estávamos presentes à reunião para assinarmos um documento com um conjunto de propostas discutidas anteriormente pelo CEC e entidades convidadadas para o debate e sistematizadas pelo presidente do Conselho, Luiz Fernando Valadares que seria posteriormente encaminhado ao Governador eleito Alcides Rodrigues. A idéia era ampliar o leque de discussão dando oportunidades às entidades de se manifestarem em incuirem suas propostas no documento. O momento é tão importante que nós abrimos mão de propostas mais arrojadas no sentido de criar uma unidade com um importante órgão da cultura em Goiás que é o CEC.


Lendo a matéria parece que a reunião se resumiu ao enfrentamento entre CEC e entidades representativas para uma "guerra" contra a Agepel o que definitivamente não aconteceu. Falas críticas foram contextualizadas de forma que quem lê a matéria crê que a reunião foi para execrar a atual administração da Agepel com falas duras e, até certo ponto, deselegantes. Quando se fala em nomes para a área da cultura o presidente da AGCV reafirma nossa posição quando diz que não discutimos nomes, discutimos perfil. Se pudermos estar com o governador e levantar propostas para a Agepel, não sairá de nossas bocas nenhum nome, mas um perfil bem definido do que pensamos ser ideal para presidir a cultura no estado. Se ele declinar nomes poderemos até discordar, mas sempre com referência ao perfil sabendo que é prerrogativa do eleito escolher quem ele acha que deve escolher e nossa obrigação de sempre lutar pelo melhor perfil para gerir a cultura em Goiás.


Se há queda-de-braço da cultura ela não passou pela reunião em que nós da AGCV estávamos. Nós estávamos em uma reunião propositiva, histórica e que nós da AGCV torcemos que se torne uma prática daqui por diante, que o CEC reuna com as categorias através de suas entidades e que defendam suas propostas junto ao governo o que nos fará sentir representados por seus membros.


Agora não falo em nome de minha entidade, falo em nome pessoal: O professor Chaul marcou seu nome na história cultural do estado de Goiás de forma definitiva. Ele foi o executor de uma política governamental pensada junto com o governador que, merecidamente, recebeu do CEC o Troféu Jaburu por relevantes serviços prestados à cultura no estado de Goiás.


Como premiar o governador e depreciar o gestor, Chaul, das obras e ações culturais que mudaram a cara de Goiás e que dificilmente outros governadores terão a coragem de não executá-las?"


Na edição on line do jornal consta um único comentário:

1) J. Rezende (j-rezende@hotmail.com 15/12/2006 às 22h18)


E uma pena ver essa atitude por parte do escritor Luiz Fernanco Valadares, uma pessoa do seu porte tentando prejudicar um trabalho que pode ser considerado o melhor de todos os tempos no estado de Goias. Sou um grande admirador do Professor Nasr Chaul, por suas ideias que só trouxeram melhoras para a cultura do estado, que pelo fato de ter sido um trabalho impecavél, sempre de aparece comentários sem fundamentos.

Um comentário:

  1. Prezado Marcus,
    O DM não publicou por que muitas vezes, só publica aquilo que interessa e quem fez a matéria, na minha opinião, mais uma vez mostrou que não se pode esperar jornalismo honesto e ético de quem se vende a dois patrões.
    Ora, não se discute nomes para a AGEPEL embora dezenas de notas estejam sendo plantadas na imprensa com a intenção clara de denegrir e tripudiar sobre o professor Chaul. E isso é comum em uma terra onde competência não tem vez.
    O professor Chaul está de parabéns pelo trabalho que desenvolveu durante esses 8 anos. É claro que muitos ajustem devem ser feitos na AGEPEL e ele mais que ninguém sabe disso. E agora não lhe falta experiência para saber os rumos mais acertados para consolidar o trabalho que fez.
    É lamentável a prática jornalistica que vimos na matéria em questão: fomentar a boataria com o intuito claro de levar adiante a mais nova agremiação patrocinada pela SECULT : PRÓ CÍNICOS. Lamento.

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